20 Out
Escrito por pazos
em
Fusca
Veículos
Volkswagen
O que nasceu como projeto alemão do primeiro carro popular você conhece muito bem. Apesar da explosão aqui no Brasil, o Fusca tem uma história deveras interessante lá na Europa. Por exemplo, você sabia que foi Hitler quem pediu a Ferdinand Porsche (sim, o mesmo cara da marca) para que criasse um carro que suportasse dois adultos e três crianças e que alcançasse a velocidade de 100 km/h?

Nascia aí o Fusca, que também é conhecido como Beetle nos Estados Unidos e também Besouro na terra de Portugal. Desde 1933, ele passou por uma penca de transformações, chegando ao seu auge aqui mesmo no Brasil após os anos 60. Durante todo esse tempo, apesar de acessórios e características adicionadas e removidas, ele se manteve sempre um carro simples.
Ele conquistou muitas países, gerando ainda a clássica cinessérie “Se Meu Fusca Falasse”, com o simpático fusca de número 53 Herbie saindo mundo afora em suas aventuras. E como até na mecânica o veículo era mega simples, isso gerava várias oportunidades de customização, dando origem a várias modificações, como:



A fabricação parou em 1986, mesmo sendo o segundo carro mais vendido da época. Quem o trouxe de volta foi o ex-Presidente Itamar Franco, em 1993, e o Fusca foi fabricado novamente até 1996. E ainda hoje ele é um dos mais vendidos no mercado nacional.
Logo em seguida, em 98, a Volkswagen lançou o New Beetle, uma versão atualizada e luxuosa do Fusca, de forma a conquistar o pessoal que não estava satisfeito com o “carro popular”. Saindo direto de motor 2.0, o carro novo tem até vaso de flores do lado do volante (assim como seu irmão mais velho possuía até 1950). Até a Barbie ganhou um, pra não se preocupar nunca mais com o cuzcuz!

Muita gente sempre escrotiza o pobre “besouro”. A verdade é que ele é um carro altamente aerodinâmico e economicamente acessível (é raro encontrar algum que chege perto dos 20 mil reais), perfeito se você tiver uma grana sobrando e quiser dar de presente pro filhão que recém começou a dirigir — já imaginou, arriscar um carro zero?
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